terça-feira, 2 de agosto de 2016
No Caminho acontece: Café com Graça 31/07/2016
Uma boa roda de amigos-irmãos;
Uma moda de viola;
A mensagem da Graça na carta de Paulo aos Colossenses
E uma gostosa mesa de café!
Cenas do nosso "Café com Graça" 31/07/2016.
quarta-feira, 27 de julho de 2016
Podcast - Eu era cego e agora vejo.
Mensagem ministrada na estação Caminho da Graça Serra-Es.
Por Rudimar Aparecido.
Uma reflexão sob a luz da Graça do Evangelho baseada na narrativa do evangelho de João capítulo 09. Ouça, discirna e aprofunde a sua consciência no Evangelho!
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quinta-feira, 14 de julho de 2016
Aos que me perguntam se sou evangélico...
Aos que me perguntam se sou evangélico...
Sou evangélico se "evangélico" diz respeito ao genuíno Espírito do Evangelho da Graça conforme revelado nas escrituras, tendo no verbo encarnado a sua plena revelação.
Não sou evangélico, se por "evangélico", entende-se mais uma religião dos homens cheia de doutrinas e leis meritórias que, por sua vez, escravizam a alma e andam na contra-mão da liberdade do Evangelho.
Sou evangélico, se por "evangélico" compreende-se que o reino de Deus não vem por visível aparência e, sendo assim, manifesta-se livre como o vento soprando onde quer, do oriente ao ocidente.
Não sou evangélico, se por "evangélico" entende-se que Deus é refém de templos feitos por mãos humanas e que a mera frequência a esta suposta "casa de Deus" valida a comunhão com o eterno.
Sou evangélico, se por "evangélico" entende-se o que de fato o Evangelho ensina: que Deus é amor e que os seus discípulos são reconhecidos na expressão desse amor que é praticado fora das paredes da religião.
Não sou evangélico, se por "evangélico" pratica-se o espirito da exclusão, do juízo e do ódio condenatório fazendo acepção de pessoas entre raça, gênero e classe social.
Sou evangélico, se por "evangelho" entende-se que o fim da Lei é Cristo, seja a lei de Moisés, seja a lei dos crentes, pois, se penso que agrado a Deus cumprindo alguma lei ou religião, segue-se que Cristo morreu em vão!
Não sou evangélico, se por "evangélico" pratica-se os roubos do mercado religioso fazendo da fé um grande negócio explorando daqueles que precisam de ajuda enquanto ajuntam tesouros na terra onde a traça e a ferrugem corroem.
Sou evangélico, se por "evangelho" compreende-se que religião não salva ninguém e que o evangelho não é mais uma religião no imaginário religioso, antes, o Evangelho é Espírito e vida, pois Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo.
Não sou evangélico, se por "evangélico" entende-se uma fé fanática, fechada à ciência e presunçosa da verdade, julgando que os seus adeptos são "salvos" e os demais são "do mundo" e que caminham a passos largos para perdição.
Sou evangélico, se ser "evangélico" conforme o Evangelho é buscar ser gente boa de Deus na vida, sem implicâncias religiosas e nem fanatismos insuportáveis.
Não sou evangélico, se por "evangélico" entende-se que o sacerdócio de Cristo não me é suficiente e que, por isso, preciso de uma nova "cobertura espiritual" de sacerdotes humanos patrocinando assim o abuso do poder da religião.
Na verdade mesmo, não sou "evangélico" como se diz por aí, mas procuro no Evangelho como posso ser um genuíno discípulo de Jesus de Nazaré.
Pense nisso também!
Samuel Nepomuceno
14/07/2016
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Podcast - Marcas de uma Verdadeira Conversão
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| Mensagem ministrada no Encontro do Caminho da Graça Serra-Es 04/07/2016 |
Marcas de uma verdadeira conversão.
Nossos dias são marcados por intenso trânsito religioso (mudança de religião, Igreja, denominação) e no meio cristão em geral, há grande ênfase na busca por novos adeptos.
Mas seria esta a verdadeira conversão proposta pelos Evangelhos?
No meio de tanto inchaço religioso, o que é uma genuína Conversão?
Quais são suas marcas ou evidências?
Nesta mensagem, ministrada no encontro do Caminho da Graça Serra-Es, procuramos respostas para estas perguntas nos Evangelhos e nos ensinamentos de Jesus.
Ouça, discirna e aprofunde sua consciência no Evangelho!
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Artigo - Porventura, vindo o filho do homem, achará fé na terra?
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| Marcha para Jesus ou marcha para os políticos? |
Porventura, vindo o filho do homem, achará fé na terra?
Há
quem possa afirmar que ter ou professar a fé em dias pós-modernos como os
nossos é uma coisa antiquada e ultrapassada, coisa de quem, ou não pensa, ou
não é tão racional, mas não é isso que vemos no perfil religioso do homem contemporâneo.
Atualmente, professar a crença, sobretudo em público, parece gerar certo “status”,
quer seja o de status religioso
conservador, quer seja o de status de fé alternativa, isso parece sempre
dar ibope.
Com
o advento da era da informação instantânea (internet, redes sociais e Cia), é
cada vez mais comum ver o excesso de postagens religiosas, além do forte oportunismo
marketista e piedoso de figuras públicas (principalmente as cristãs evangélicas)
que usam a piedade como propagação da sua própria imagem “com o fim de serem
vistas pelos homens”.
Dentro
desse perfil do religioso contemporâneo, por um lado temos a fé meramente
sentimental, a fé do “senti de Deus”.
Uma fé com aparência de piedade, mas que não carrega o germe do evangelho da
Graça que ensina que até mesmo a fé é dom de Deus e, portanto, não tem de se
orgulhar de nada. A fé sentimental é muito popular hoje em dia, pois gera
vaidade religiosa e parece que é uma fé disponível apenas para os que “são
capazes de senti-la”, uma espécie de fé que só as pessoais especiais possuem...
Existe vários tipos de fé assim em nossos dias. É fé demais. E “fede mais não cheira bem”.
Por outro lado, existe um movimento de busca por um tipo de fé que é o refluxo da fé religiosa supracitada, uma fé livre das aparências religiosas e da falsa piedade, uma fé mais crítica e racional que não se fundamenta nas inseguranças das emoções e dos sentimentalismos religiosos. É uma fé que não se baseia no sentir, mas na decisão de confiar e dar razão ao crer. Portanto, uma fé que também pensa. O perigo é quando essa fé fica apenas no campo do “pensamento correto e biblicamente embasado”, pois, é certo que fé não é sentimento, todavia, porém e entretanto, fé também não é só pensamento ou só uma confissão teologicamente correta.
Por outro lado, existe um movimento de busca por um tipo de fé que é o refluxo da fé religiosa supracitada, uma fé livre das aparências religiosas e da falsa piedade, uma fé mais crítica e racional que não se fundamenta nas inseguranças das emoções e dos sentimentalismos religiosos. É uma fé que não se baseia no sentir, mas na decisão de confiar e dar razão ao crer. Portanto, uma fé que também pensa. O perigo é quando essa fé fica apenas no campo do “pensamento correto e biblicamente embasado”, pois, é certo que fé não é sentimento, todavia, porém e entretanto, fé também não é só pensamento ou só uma confissão teologicamente correta.
É
justamente neste momento que surge a pergunta de Jesus: “Porventura, vindo o
filho do homem, achará fé na terra?” Pois, por um lado temos a fé sentimental e
por outro lado a fé do pensamento correto. A fé que o mestre procura não é uma
fé religiosa baseada nas emoções e nas aparências de piedade e nem a fé meramente
confessional da boca para fora. De acordo com o evangelho, a fé que Jesus procura
é a fé que aceita o convite do “vem e me
segue”, é uma fé que não somente dá razão a Deus, mas uma fé que dá razão a
Deus e vai!
Sendo
assim, a fé genuína no evangelho não é a fé sentimental e nem a mera fé de
pensamento ortodoxo, mas é a fé que diz sim e se movimenta! Em outras palavras,
a genuína fé se manifesta em atitude.
É por isso que a declaração de Jesus é a de: “bem aventurados os que ouvem as palavras (conhecem, pensam) e as pratica
(uma fé que desemboca em atitude, movimento)”. Não foi a fé das pessoas
santas e perfeitas da religião e nem a fé dos senhores do saber religioso que surpreendeu
Jesus nos evangelhos, mas sim, foi a fé dos pagãos e indignos como o centurião
romano, a mulher siro-fenícia, a mulher pecadora, o cego de Jericó etc.
O
desafio para nós hoje em meio de tantas “fé-zes”,
é viver uma fé que não seja meramente sentimental e tampouco meramente ortodoxa,
psicológica, e inerte; Pois vejo muita gente com atitude e motivação de fé
errônea, ao passo que também vejo pessoas com uma fé bem fundamentada, mas que não
tem atitudes e nem se movimentam...
Fé
não é mero sentimento e nem mero pensamento. Fé é movimento! É atitude. Fé é “vem e segue-me”.
Pense
nisso.
Samuel
Nepomuceno 26/05/2016.
sábado, 30 de abril de 2016
Podcast: Romanos - Introdução e Comentário
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Romanos -Introdução e Comentário |
Estudo da Carta de Paulo aos Romanos 13/03/2016
A carta de Paulo aos Romanos
é considerada uma das maiores obras do Novo Testamento. Muitos a chamam de o 5°
evangelho. Lutero a denominou de “o mais puro Evangelho”. Sem dúvidas é uma dos
tratados mais profundos da espiritualidade Cristã.
Este Podcast é o áudio do estudo da carta de Paulo aos Romanos que foi realizado em um "café com graça" na Estação do Caminho da Graça Serra-Es no dia 13 de Março de 2016. Este estudo apresenta importantes considerações contextuais para melhor compreensão desta incrível epístola Paulina.
Nesta carta, o apóstolo Paulo faz um verdadeiro tratado de sua mensagem do evangelho cujo tema principal é: “Não me envergonho do evangelho, pois ele é a justiça de Deus a todo
aquele que crê” (Rm 1.17).
Ouça, discirna e cresça na consciência da Graça!
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Podcast - Os Males dos Ciúmes
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| Estudo Bíblico Devocional: Os males dos Ciúmes - 20/04/2016 |
Estudo sobre as obras da carne: Os Males dos Ciúmes.
O ciúme, aparentemente parece ser um comportamento ou sentimento bobo e infantil, mas infelizmente é algo inerente à natureza humana caída e ambivalente e que tem arruinado muitos relacionamentos levando-os à falência.
O ciúme inicialmente pode se apresentar como um desejo sincero de cuidado, mas que, se não discernido, acaba por manifestar-se como um sentimento de possessividade, controle e obsessão que, por sua vez, não tem nada a ver com o amor genuíno podendo levar o individuo a loucura e a paranoia.
O ciúme inicialmente pode se apresentar como um desejo sincero de cuidado, mas que, se não discernido, acaba por manifestar-se como um sentimento de possessividade, controle e obsessão que, por sua vez, não tem nada a ver com o amor genuíno podendo levar o individuo a loucura e a paranoia.
O Evangelho mostra que o ciúme é um desvio das obras da carne que habita em todos e que, uma vez discernido e tratado à luz da Graça do Evangelho, temos total domínio e paz para consigo mesmo e para com o próximo.
Se você tem sofrido com ciúmes, sendo você o ciumento ou o enciumado, vale a pena parar, ouvir e refletir sobre esse tema que tem como pressuposto o ensino do Evangelho como fonte de iluminação.
Ouça, discirna e compartilhe!
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